segunda-feira, 13 de julho de 2009

Amor de vizinho

Tive um sonho tão bom que não quero esquecer:

Chego ao apartamento que os meus pais alugaram pra eu estudar. Entro, olho. É mobiliado. Felizmente os azulejos estavam limpos. Tudo em ordem, exceto as cadeiras da mesa um pouco desalinhadas. Não é bonito, mas é habitável.
Saio pela outra porta e encontro um espaço aberto. Ao lado, mais um apartamento (parece que uma menina mora nele) e um salão meio estranho: é uma espécie de restaurante, mas num canto tem uma bateria, uns instrumentos e amplificadores. Deve ser um espaço de convivência.
Volto pro meu apartamento e me lembro de minha mãe falando pra não esquecer de trancar a porta. Tranco a tal porta (daquelas de vidro, igual a da minha casa) e puxo a cortina.
Volto pra outra porta e tomo um susto por não ver o vizinho no tanque que tem ao lado de nossos apartamentos. Ele ri e conversamos um pouco. Não é bonito nem feio, mas é simpático e aparenta ser inteligente. Ele me convida pra um tour pela cidade.
Atravessamos o meu apartamento e saímos pela outra saída. Caminhamos e caminhamos. Ruas largas, praças, um cemitério (com estátuas pequenas e muro baixo), lojas. Lugares abertos e espaçosos. Dou-me conta que estou em Ribeirão Preto.
Não sei desde quando, mas estávamos de mãos dadas, aliás, mãos muito agradáveis.
Não sei de onde vieram, nem como cheguei ali, mas me surpreendo por encontrar a Pati, a mãe e a irmã. Solto da mão do rapaz, dou um abraço caloroso na minha amiga e cumprimento as outras duas. Apresento o rapaz como "meu amigo fulano". Conversamos brevemente e me despeço delas.
Voltamos ao passeio. Dessa vez eu deslizo a mão pelo braço dele e entrelaçamos as mãos. Caminhamos mais um pouco. Parece que estou avistando a grade do edifício...

Droga, acordei!

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