quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Como eu quero que seja

M², eu gosto de você. 
Naquele 9 de setembro estranho em que eu me joguei nos seus braços, eu sabia quem você era e os riscos que eu corria. Não me arrependo disso. 
Eu conheço os seus defeitos e convivo com eles. Não pretendo exigir que você mude. 
No entanto, adoraria que você refletisse sobre as consequências deles (para você e para os que estão próximos). Afinal penso que a vida é a arte da lapidação do caráter. Não é desonroso admitir as próprias falhas e nunca é tarde para tentar solucioná-las. E fazendo isso, vive-se melhor. E eu quero que você viva melhor porque eu gosto de você, M².
Isso posto, é inevitável não pensar que você precisa de um retoque total. Não gosto de ver você fazendo tudo errado e quebrando a cara. Vem que eu te ensino como ser bem melhor.


sábado, 31 de maio de 2014

Eu adoraria estar fazendo minha lista de exercícios. Mas estou aqui - embalada pela magia da ausência de compromissos acadêmicos importantes para as próximas 48h - ouvindo The Cure porque me faz feliz e me faz pensar em você. Nada específico, apenas pensamentos vagos/soltos sobre você, nós, a vida, o universo e tudo mais.
Sei que eu ando boba. Mas me sinto ó-ti-ma!
Sem mais para o momento, obrigada por existir.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

E lá estou eu novamente...


E lá estou eu novamente ouvindo músicas românticas. 
Pelo menos dessa vez, estou consumando uma paixão. Descobri, no entanto, que ainda assim o coração aperta e dói. Dói devido à distância. Dói devido à dificuldade que tenho em aceitar a nossa situação. 

E lá estou eu novamente jogada no chão do quarto.
Enquanto isso, o rádio magicamente traduz a desordem dos meus pensamentos e me obriga a admitir que "Estou pensando em você/ O tempo não passa (...)/ Eu sinto a tua falta (...)/ Queria ter-te ao meu lado".

E aqui estou eu novamente escrevendo para tentar clarear meus pensamentos.
Nunca achei que sentiria essa dor novamente. Nunca achei que estaria com você, mulher. Sempre achei que essas coisas acontecessem somente a primeira vista. Nunca achei que teria o impulso de me jogar em seus braços. Nunca achei que a minha vida tomaria esse rumo.
Isso tudo então ecoa no meu peito e dói. Dói porque me faz pensar no futuro, e eu tenho medo do futuro. Uma hora vamos ter que nos separar, e pensar nisso dói. Dói porque eu nunca vou ter coragem de assumir. Dói porque eu quero uma família de propaganda de margarina. Dói pensar que a culpa é minha, que eu fiz isso com você e comigo.

E aqui estou eu novamente buscando uma bebida pra tentar terminar o texto. Tento beber tudo de uma vez, mas até pra isso eu sou covarde.
[Lá se vai mais uma dose embora pelo ralo...]

sábado, 14 de dezembro de 2013

Antítese

Quando eu menos posso, é quando eu mais te quero.
Quanto mais longe eu estou, mais eu preciso do seu corpo perto do meu.

M, por que eu gosto tanto de você?